LEALDADES INVISÍVEIS

Uma visão sistêmica e transgeracional do impacto da história de nossos ancestrais em nossa vida

outubro 10, 2017 |

Vidas “truncadas”,  que “patinam” sem jamais atingir o sucesso ou, quando alcançado, a um preço alto demais…

O que leva homens e mulheres a auto-sabotagem em suas vidas? Por que o sentimento de culpa ou, no mínimo, o desconforto quando atingimos objetivos antes jamais alcançados por nossos pais, avós, antepassados? Qual a causa do “peso do sucesso”, seja ele financeiro, acadêmico, relacional, frente ao grupo familiar que apresenta um padrão de fracasso ou limitações?

No vídeo que segue poderemos encontrar algumas respostas, que poderão nos ajudar a condução à uma vida mais leve, apesar do sucesso ou das possibilidades deste.

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A mais bela e importante declaração: “…eu vou ser mãe!”

setembro 20, 2017 |

Hoje pela manhã, enquanto tomava café num bar antes de seguir para o trabalho, encontrei uma amiga… Com um brilho diferente no olhar, emoldurado por sua face sorridente, após trocarmos algumas falas sobre as atividades da empresa, ela interrompeu o discurso… abriu um sorriso maior e disse: “estou grávida… vou ser mãe…”.

Todos que me conhecem sabem o quanto o tema maternidade/paternidade conscientes me encanta e motiva… Eu e minha esposa, Amanda Ancelmo, nos últimos 2 anos, desde que decidimos engravidar, temos feito palestras, escrito artigos, organizando Rodas de Conversa onde a temática filhos e família é o ponto central… Tivemos ao longo deste tempo acompanhado casais, já com filhos, a espera deles, querendo mas cheios de dúvidas e insegurança, mães que se descobriram mães sem que houvesse uma programação, mães e pais que desejam …há muito… se tornarem… Tivemos também o privilégio de ouvir essa mesma declaração, as vezes suavemente (quase inaudível), outras em meio a uma explosão de alegria, em meio a risos e lágrimas de gratidão: “estou grávida!… vou ser pai! … sou mãe! … estamos grávidos!”
Então segue abaixo um vídeo, uma canção, uma homenagem à voces, pais, mães e filhos… e vossa disponibilidade em trazer para este mundo mais cor, mais riso, mais amor, mais VIDA!!!!
EM TEMPO: Ah… Como disse a esta querida amiga esta manhã, quando ela disse que tinha sido “meio inesperado”:
“Nessa viagem da Vida que determina a hora de embarcar na aventura é o passageiro, não os condutores do ônibus…”

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Como fazer o relacionamento de casal dar certo?

junho 16, 2017 |

 

Será que existe um homem perfeito? Ou uma mulher perfeita? Talvez seu impulso seja responder _ “não, claro que não!” _  intencionando dar uma resposta certa para uma pergunta tantas vezes feita e cuja resposta negativa pareça ser óbvia.

Mas, será que não habita em nossos pensamentos aquele/a que seria nosso par ideal? O curta acima mostra de forma singela um olhar sobre essa questão que para nós é tão cara.

E logo em seguida cito Bert Hellinger com uma reflexão profunda sobre como fazer seu relacionamento de casal dar certo:

Quase todos nós sonhamo com o amor pleno entre homem e mulher, no relacionamento. Muitos, porém, não enxergam o outro quando se apaixonam, mas apenas uma imagem que se parece com a mãe ideal e esperam obter tudo aquilo que lhes faltou durante a infância. Os dois parceiros sentem o mesmo, por isso estão apaixonados. É um sentimento maravilhoso, podemos usufruir dele e nos alegrar com o mesmo.

Mas, como todos sabemos, este amor à primeira vista dura pouco. De repente o outro está diante de nós de forma diferente do que imaginamos em um primeiro momento e precisamos nos reorientar. Quando nos lembramos de nossa infância e de nossos pais e quando, ao nos lembrarmos, tomamos tudo o que recebemos deles até agora e quando concordamos com isso, gratos e de modo pleno, então obtemos a força para olharmos para o outro do jeito que ele é.

Agora o pleno dar e tomar pode fluir entre o casal, sem restrições.

O que se opõe a este pleno dar e tomar? Quando não tomamos na infância o que os pais transmitiram para nós e que com nos presentearam. Sempre que existirem dificuldades na vida a dois, a solução não começa exatamente no homem e na mulher, começa com os pais. Apenas através deles o nosso amor se torna pleno.

 

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“O Bebê do Amanhã” (livro)

Um novo paradigma para a criação dos filhos

maio 29, 2017 |

 

Nunca na história da humanidade foi tão claro o que nos conduz à melhor qualidade de vida. A vida começa bem antes de nascermos e as primeiras impressões deste tempo são essenciais.

Somos marcados pelas vivências intrauterinas, nossa primeira escola de vida, nosso parto, nossos primeiros anos, o que constitui informações definitivas no hemisfério cerebral direito. Técnicas de Renascimento vindas para o Ocidente desde os anos 1920, assim como as milenares orientais, podem curar estas feridas, para não as repetirmos em nossos filhos, pois somos escravos daquilo que não temos consciência.

Este livro traz conhecimento libertador, que é o caminho da consciência, de acordo com a médica, psiquiatra, terapeuta junguiana, PhD em Ciência do Início da Vida, Eleanor Madruga Luzes.

Na introdução da obra o Dr. Maurício Baldissin, neurocirurgião, médico antroposófico e mestre em neurologia, autor de Percepções Humanas – antroposofia e neurociências, Editora Antroposófica, 2014, revela que não existem dúvidas de que, seis meses após a concepção, a criança por nascer já é um ser dotado para perceber sensações e sentimentos, com memória e um determinado nível de consciência.

“A chegada de uma nova criança pode ensinar muito, traz coisas sobre nós mesmos que não tínhamos ideia. Com isso, o bebê também vai esperar muito de nós e esse olhar de ambos os lados nos traz uma transformação de vida” – Carla Machado, presidente da ANEP Brasil.

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Cortando o cordão umbilical: Os problemas de sua família não são seus

Relações disfuncionais: quando estou "fora do meu lugar" na família e no mundo

maio 7, 2017 |

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A família é nosso primeiro meio social, é onde construímos e nutrimos nossas primeiras relações e também onde iniciamos nosso desenvolvimento do Eu. Os vínculos costumam se desenvolver de forma intensa, por vezes nos tornando cuidadores e defensores de nossa família.

Acontece que muitas vezes esses laços se constituem de forma a não estabelecer limites a essas relações, tornando-as disfuncionais.

Família disfuncional? O que é?    “Uma família disfuncional é aquela que responde as exigências internas e externas de mudança, padronizando seu funcionamento. Relaciona-se sempre da mesma maneira, de forma rígida não permitindo possibilidades de alternativa. Podemos dizer que ocorre um bloqueio no processo de comunicação familiar”. Fonte:Boa Saúde

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Psicologia Sistêmica, Terapia Sistêmica & Terapia Familiar

Origens, pressupostos e desenvolvimento de uma nova percepção do homem

maio 4, 2017 |

Antes de 1950

O meio psicoterapêutico era psicanalítico. Os terapeutas atuavam com enquadre, técnica, referencial teórico e postura de acordo com as propostas da psicanálise. Algumas outras linhas teóricas começavam a se organizar, mas não tinham o “referendum” da comunidade científica.

Os psicoterapeutas que atuavam com pacientes esquizofrênicos, iniciam um movimento de avaliar a possibilidade de atuar trazendo as famílias para as sessões.

O foco do trabalho é a compreensão do intrapsíquico dos elementos da família no desenvolvimento da doença.

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Em torno de 1950

Já se sabe da importância das relações familiares no desencadeamento e melhora das crises psicóticas. A Teoria Cibernética está em franco desenvolvimento influenciando todas as áreas de atuação. Fortalece-se a prática de realizar sessões com toda a família do paciente.

Os terapeutas esforçam-se para integrar o modelo psicanalítico às novas necessidades e à nova compreensão dos sistemas.

Representantes: James Framo, Ivan Bozomeri-Nagy

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Falando sobre família…

Do livro "O Arroz de Palma", de Francisco Azevedo

outubro 16, 2016 |

 

3-family_constellations“Família é prato difícil de preparar.

São muitos ingredientes.

Reunir todos é um problema…

Não é para qualquer um.

Os truques, os segredos, o imprevisível.

Às vezes, dá até vontade de desistir…

Mas a vida… sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.

O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.

Súbito, feito milagre, a família está servida.

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RELACIONAMENTO DE CASAL: quando o amor dá certo

setembro 24, 2016 |

 

img_1032Não há um modelo único ou modelo ideal de relacionamento de casal, cada um deve inventar o seu próprio

As diferentes formas de nos relacionarmos com outra pessoa, no contexto do casal, dependerão das histórias, aprendizados e experiências, de cada um dos parceiros, dando origem à determinados vínculos que poderão nos conduzir a felicidade ou à desgraça, de viver a vida com otimismo e força ou, ao contrário, assistir o fracasso da relação e dos parceiros.

Considero muito interessante a exposição sobre os diferentes vínculos de relacionamentos, apresentada pelo psicólogo Joan Garriga no seu livro “El buen amor en la pareja – O bom amor no casal”.

Não é fácil desenvolver e conservar o amor no relacionamento de casal, embora o ser humano tenha nascido para viver acompanhado da pessoa que é especial entre todos as outras, que nos completa, que dá sentido às nossas vidas e nos faz feliz. O caminho do amor tem muitos obstáculos e cada parceiro, individualmente também tem os seus. Esse é um território bem conhecido pelo psicólogo Joan Garriga, que há mais de dez anos vem trabalhando com casais, ajudando-os a alcançar uma relação mais saudável e consciente.

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Retratos de nossa infância comum a ser resgatada…

agosto 11, 2016 |

“Livre-se por um momento da gravata e dos cintos apertados, dos saltos altos, do relógio e demais adereços… Aproxime-se, abra a janela de sua alma e olhe a criança livre que existe, que vive, sobrevive, persiste apesar do adulto… Quem sabe, você se reconheça, um pouco, neste singelo vídeo…” (Wladimir)

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Uma coisa é inquestionável: você vem de uma linhagem de vencedores

agosto 2, 2016 |

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Você tem muita sorte. Pra você estar aqui lendo isto, foi preciso que você sobrevivesse, no mínimo, à sua infância. Talvez você tenha se esquecido como foi duro. Você quase morreu uma dúzia de vezes – ou então não foi exatamente uma infância. Antes disso, foi preciso que você sobrevivesse ao parto – e você certamente esqueceu o quanto que isso foi traumático e perigoso. Foi também preciso que seus pais sobrevivessem ao parto, e à infância, e à adolescência, e encontrassem alguém que topasse transar com eles –quando você vê o corte de cabelo deles na época, percebe que essa parte não deve ter sido fácil.

Seus avós tampouco morreram virgens, assim como seus bisavós e tataravós, que sobreviveram todos, sem exceção, à tuberculose, ao suicídio, à sífilis ou à castidade, tão em voga entre os adolescentes da época.

Nos 150 mil anos de humanidade, todos os seus antepassados nasceram, cresceram, flertaram e transaram – com pelo menos uma pessoa. Sabe aquele Homo neanderthalensis feioso, sentado num canto, tristonho porque nenhuma neandertal queria transar com ele? Então, relaxa: ele não é seu parente. Seus antepassados foram todos, sem exceção, transantes.

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