Como fazer o relacionamento de casal dar certo?

junho 16, 2017 |

 

 

 

 

Será que existe um homem perfeito? Ou uma mulher perfeita? Talvez seu impulso seja responder _ “não, claro que não!” _  intencionando dar uma resposta certa para uma pergunta tantas vezes feita e cuja resposta negativa pareça ser óbvia.

Mas, será que não habita em nossos pensamentos aquele/a que seria nosso par ideal? O curta acima mostra de forma singela um olhar sobre essa questão que para nós é tão cara.

E logo em seguida cito Bert Hellinger com uma reflexão profunda sobre como fazer seu relacionamento de casal dar certo:

Quase todos nós sonhamo com o amor pleno entre homem e mulher, no relacionamento. Muitos, porém, não enxergam o outro quando se apaixonam, mas apenas uma imagem que se parece com a mãe ideal e esperam obter tudo aquilo que lhes faltou durante a infância. Os dois parceiros sentem o mesmo, por isso estão apaixonados. É um sentimento maravilhoso, podemos usufruir dele e nos alegrar com o mesmo.

Mas, como todos sabemos, este amor à primeira vista dura pouco. De repente o outro está diante de nós de forma diferente do que imaginamos em um primeiro momento e precisamos nos reorientar. Quando nos lembramos de nossa infância e de nossos pais e quando, ao nos lembrarmos, tomamos tudo o que recebemos deles até agora e quando concordamos com isso, gratos e de modo pleno, então obtemos a força para olharmos para o outro do jeito que ele é.

Agora o pleno dar e tomar pode fluir entre o casal, sem restrições.

O que se opõe a este pleno dar e tomar? Quando não tomamos na infância o que os pais transmitiram para nós e que com nos presentearam. Sempre que existirem dificuldades na vida a dois, a solução não começa exatamente no homem e na mulher, começa com os pais. Apenas através deles o nosso amor se torna pleno.

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“O Bebê do Amanhã” (livro)

Um novo paradigma para a criação dos filhos

maio 29, 2017 |

 

Nunca na história da humanidade foi tão claro o que nos conduz à melhor qualidade de vida. A vida começa bem antes de nascermos e as primeiras impressões deste tempo são essenciais.

Somos marcados pelas vivências intrauterinas, nossa primeira escola de vida, nosso parto, nossos primeiros anos, o que constitui informações definitivas no hemisfério cerebral direito. Técnicas de Renascimento vindas para o Ocidente desde os anos 1920, assim como as milenares orientais, podem curar estas feridas, para não as repetirmos em nossos filhos, pois somos escravos daquilo que não temos consciência.

Este livro traz conhecimento libertador, que é o caminho da consciência, de acordo com a médica, psiquiatra, terapeuta junguiana, PhD em Ciência do Início da Vida, Eleanor Madruga Luzes.

Na introdução da obra o Dr. Maurício Baldissin, neurocirurgião, médico antroposófico e mestre em neurologia, autor de Percepções Humanas – antroposofia e neurociências, Editora Antroposófica, 2014, revela que não existem dúvidas de que, seis meses após a concepção, a criança por nascer já é um ser dotado para perceber sensações e sentimentos, com memória e um determinado nível de consciência.

“A chegada de uma nova criança pode ensinar muito, traz coisas sobre nós mesmos que não tínhamos ideia. Com isso, o bebê também vai esperar muito de nós e esse olhar de ambos os lados nos traz uma transformação de vida” – Carla Machado, presidente da ANEP Brasil.

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Cortando o cordão umbilical: Os problemas de sua família não são seus

Relações disfuncionais: quando estou "fora do meu lugar" na família e no mundo

maio 7, 2017 |

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A família é nosso primeiro meio social, é onde construímos e nutrimos nossas primeiras relações e também onde iniciamos nosso desenvolvimento do Eu. Os vínculos costumam se desenvolver de forma intensa, por vezes nos tornando cuidadores e defensores de nossa família.

Acontece que muitas vezes esses laços se constituem de forma a não estabelecer limites a essas relações, tornando-as disfuncionais.

Família disfuncional? O que é?    “Uma família disfuncional é aquela que responde as exigências internas e externas de mudança, padronizando seu funcionamento. Relaciona-se sempre da mesma maneira, de forma rígida não permitindo possibilidades de alternativa. Podemos dizer que ocorre um bloqueio no processo de comunicação familiar”. Fonte:Boa Saúde

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Psicologia Sistêmica, Terapia Sistêmica & Terapia Familiar

Origens, pressupostos e desenvolvimento de uma nova percepção do homem

maio 4, 2017 |

Antes de 1950

O meio psicoterapêutico era psicanalítico. Os terapeutas atuavam com enquadre, técnica, referencial teórico e postura de acordo com as propostas da psicanálise. Algumas outras linhas teóricas começavam a se organizar, mas não tinham o “referendum” da comunidade científica.

Os psicoterapeutas que atuavam com pacientes esquizofrênicos, iniciam um movimento de avaliar a possibilidade de atuar trazendo as famílias para as sessões.

O foco do trabalho é a compreensão do intrapsíquico dos elementos da família no desenvolvimento da doença.

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Em torno de 1950

Já se sabe da importância das relações familiares no desencadeamento e melhora das crises psicóticas. A Teoria Cibernética está em franco desenvolvimento influenciando todas as áreas de atuação. Fortalece-se a prática de realizar sessões com toda a família do paciente.

Os terapeutas esforçam-se para integrar o modelo psicanalítico às novas necessidades e à nova compreensão dos sistemas.

Representantes: James Framo, Ivan Bozomeri-Nagy

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Falando sobre família…

Do livro "O Arroz de Palma", de Francisco Azevedo

outubro 16, 2016 |

 

3-family_constellations“Família é prato difícil de preparar.

São muitos ingredientes.

Reunir todos é um problema…

Não é para qualquer um.

Os truques, os segredos, o imprevisível.

Às vezes, dá até vontade de desistir…

Mas a vida… sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.

O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.

Súbito, feito milagre, a família está servida.

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RELACIONAMENTO DE CASAL: quando o amor dá certo

setembro 24, 2016 |

 

img_1032Não há um modelo único ou modelo ideal de relacionamento de casal, cada um deve inventar o seu próprio

As diferentes formas de nos relacionarmos com outra pessoa, no contexto do casal, dependerão das histórias, aprendizados e experiências, de cada um dos parceiros, dando origem à determinados vínculos que poderão nos conduzir a felicidade ou à desgraça, de viver a vida com otimismo e força ou, ao contrário, assistir o fracasso da relação e dos parceiros.

Considero muito interessante a exposição sobre os diferentes vínculos de relacionamentos, apresentada pelo psicólogo Joan Garriga no seu livro “El buen amor en la pareja – O bom amor no casal”.

Não é fácil desenvolver e conservar o amor no relacionamento de casal, embora o ser humano tenha nascido para viver acompanhado da pessoa que é especial entre todos as outras, que nos completa, que dá sentido às nossas vidas e nos faz feliz. O caminho do amor tem muitos obstáculos e cada parceiro, individualmente também tem os seus. Esse é um território bem conhecido pelo psicólogo Joan Garriga, que há mais de dez anos vem trabalhando com casais, ajudando-os a alcançar uma relação mais saudável e consciente.

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Retratos de nossa infância comum a ser resgatada…

agosto 11, 2016 |

“Livre-se por um momento da gravata e dos cintos apertados, dos saltos altos, do relógio e demais adereços… Aproxime-se, abra a janela de sua alma e olhe a criança livre que existe, que vive, sobrevive, persiste apesar do adulto… Quem sabe, você se reconheça, um pouco, neste singelo vídeo…” (Wladimir)

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Uma coisa é inquestionável: você vem de uma linhagem de vencedores

agosto 2, 2016 |

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Você tem muita sorte. Pra você estar aqui lendo isto, foi preciso que você sobrevivesse, no mínimo, à sua infância. Talvez você tenha se esquecido como foi duro. Você quase morreu uma dúzia de vezes – ou então não foi exatamente uma infância. Antes disso, foi preciso que você sobrevivesse ao parto – e você certamente esqueceu o quanto que isso foi traumático e perigoso. Foi também preciso que seus pais sobrevivessem ao parto, e à infância, e à adolescência, e encontrassem alguém que topasse transar com eles –quando você vê o corte de cabelo deles na época, percebe que essa parte não deve ter sido fácil.

Seus avós tampouco morreram virgens, assim como seus bisavós e tataravós, que sobreviveram todos, sem exceção, à tuberculose, ao suicídio, à sífilis ou à castidade, tão em voga entre os adolescentes da época.

Nos 150 mil anos de humanidade, todos os seus antepassados nasceram, cresceram, flertaram e transaram – com pelo menos uma pessoa. Sabe aquele Homo neanderthalensis feioso, sentado num canto, tristonho porque nenhuma neandertal queria transar com ele? Então, relaxa: ele não é seu parente. Seus antepassados foram todos, sem exceção, transantes.

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A “Eva Mitocondrial” e nossa herança ancestral

A importância de sua avó materna (continuação)

julho 26, 2016 |

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Eva mitocondrial é o nome pelo qual é conhecido o Mais Recente Ancestral Comum – MRCA, (do inglês, Most Recent Common Ancestor) por descendência matrilineal de todos os seres humanos vivos na atualidade. O seu DNA mitocondrial (mtDNA) foi passando de geração em geração e está agora presente em todas as pessoas. Todos os mtDNAs presente em todas as pessoas do mundo é derivado do mtDNA da Eva mitocondrial. É a contraparte do Adão-Y, o Mais Recente Ancestral Comum – MRCA, por descendência patrilinear . E, segundo a hipótese científica mais aceite, tem origem em África, mas viveram em épocas diferentes, Eva viveu cerca trinta milênios antes de Adão.

Em 1986, pesquisadores da Universidade da Califórnia concluíram que todos os humanos eram descendentes de uma única mulher que viveu na África há cerca de 200 mil anos, que denominaram de Eva Mitocondrial. Eles se basearam na análise do DNA retirado das mitocôndrias, que difere do DNA do núcleo da célula e é transmitido apenas pela linhagem feminina. Ele sofre mutações em rápidas proporções.

Comparando o DNA mitocondrial de mulheres de vários grupos étnicos, eles puderam estimar quanto tempo se passou para que cada grupo assumisse características distintas a partir de um ancestral comum. De fato, eles construíram uma árvore genealógica para o gênero humano, na base da qual estava a Eva Mitocondrial, a grande avó de todos os humanos. Isto não significa que ela foi a única mulher existente em sua época, mas que foi a única que produziu uma linhagem direta de descendentes por linha feminina que persiste até a presente data.

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A IMPORTÂNCIA DE SUA AVÓ MATERNA

Psicogenealogia & Memória Celular

julho 25, 2016 |

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A avó materna é chave para entender a transferência de informações e programas que carregamos inconscientemente durante toda vida.

Quando nossas avós estavam grávidas de nossas mães, o feto em formação já carregava os dois ovários que continham os óvulos com os quais ela iria se desenvolver. Um destes óvulos tem seu nome.

Esta pequeno óvulo que está nos ovários de sua mãe dentro do ventre de sua avó recebe todos os impactos emocionais que esta senhora vivencia.

Nossas mães como feto e nós como óvulos estamos sujeitos a toda sorte de experiências traumáticas vividas por nossas avós maternas.

Esta é a essência do processo de transferência de informações.

Estes impactos emocionais estão relacionados à forma como foram vividas estas experiências, ex: se era o momento adequado de ter filhos, se a gravidez foi desejada, se sentia-se protegida por seu marido, se havia suspeita de traição, se havia ninho (território), se havia suficientes recursos financeiros, se as condições de saúde eram as adequadas, etc.

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